A influenciadora Káh Felipe morreu na sexta-feira (24) em decorrência do xeroderma pigmentoso, doença genética rara que aumenta significativamente a sensibilidade da pele à radiação ultravioleta e eleva o risco de câncer de pele. Conhecida por compartilhar sua rotina de tratamento nas redes sociais, onde reunia mais de 800 mil seguidores, ela relatava os desafios da enfermidade e sua internação nos dias que antecederam o falecimento.
Em comunicado, a família destacou a força e a esperança da influenciadora durante o tratamento, afirmando que ela “lutou com todas as suas forças” até o fim.
Segundo especialistas, o xeroderma pigmentoso é uma condição hereditária, não contagiosa, com maior incidência em casos de uniões consanguíneas. Os primeiros sintomas costumam surgir ainda na infância, incluindo manchas, sardas, queimaduras graves e o desenvolvimento precoce de tumores de pele. A doença também pode causar fotofobia e problemas oculares, como catarata precoce.
O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica e histórico familiar, permitindo a adoção de medidas preventivas para reduzir a exposição aos raios ultravioleta e minimizar as complicações da doença.
